Anualmente, a Universidade do Porto celebra os membros da instituição que mais se destacaram durante o ano anterior. No valor de 999 euros (equivalente à propina anual), o Prémio Incentivo 2017 destina-se aos estudantes que, no ano letivo 2015/2016, completaram o 1.º ano com a melhor média nas 14 faculdades da U.Porto (as faculdades com mais de 1500 estudantes inscritos distinguem dois ou mais estudantes). Procura-se deste modo promover e incentivar a excelência entre os estudantes desde o seu primeiro ano de matrícula na Universidade.
No ano passado, durante a Sessão Solene comemorativa do 106.º aniversário da U.Porto (22 de março), 22 estudantes foram contemplados com um dos Prémios Incentivo, iniciativa que, pelo oitavo ano consecutivo, distinguiu os melhores estudantes do 1.º ano de cada faculdade da U.Porto. Entre eles, quatro alunos do Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação: Francisco Andrade, Xavier Pontes, João Damas e André Cruz.
Parabéns aos quatro e continuação de um excelente trabalho.
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Mestre do MIEIC à conquista de Marte
Henrique Ferrolho, que concluiu o Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação em 2017, está na Escócia a desenvolver o software para a “Valkyrie”, um robot humanóide, que vai ajudar os humanos a instalarem-se em Marte. Depois de abraçar o programa ERASMUS +, na School of Informatics, em Edimburgo, e pelo seu potencial demonstrado, foi convidado a elaborar a sua tese de mestrado com base na programação do robot da NASA. Apesar da robótica não ser a sua área de especialização, e de não estar à espera do convite, aceitou sem hesitar.
Além de ter a oportunidade de programar um robot tão único como a “Valkyrie”, o mestre da FEUP recebeu entretanto outra boa notícia: conquistou a única vaga de doutoramento em robótica na Universidade de Edinburgh para estudantes europeus (apesar de existirem cinco vagas, quatro estão reservadas para estudantes do Reino Unido e apenas uma para estudantes europeus). Este programa doutoral é proporcionado por duas universidades em colaboração – a Heriot-Watt University e a University of Edinburgh – e permitiu que Henrique fique isento de propinas e receba cerca de 65 mil euros de financiamento para se focar no robot durante os próximos quatro anos.
Inquérito à empregabilidade da FEUP 2016/2017

Inquérito à empregabilidade da FEUP 2016/2017
Encontra-se a decorrer o inquérito à empregabilidade da FEUP. Se concluiu o curso em 2016/2017 participe!
A taxa de empregabilidade é um indicador do sucesso profissional dos graduados FEUP e fundamental para reforçar a posição da FEUP no mapa internacional das escolas geradoras de talento!
Todos os anos o Observatório de Emprego da FEUP realiza o estudo “Inquérito à Empregabilidade” dos seus graduados. Através deste estudo é possível conhecer os indicadores de empregabilidade e ter um conhecimento mais aprofundado acerca dos processos de transição para o mercado de trabalho. Com base nos resultados obtidos a FEUP planeia a sua estratégia de apoio a todos os estudantes e graduados no seu processo de desenvolvimento académico, profissional e sociocultural (ver taxa de empregabilidade 2016).
Porque queremos saber notícias suas, aceite o convite, preencha o INQUÉRITO!
Lembre-se que ao responder a este inquérito estará a contribuir para a afirmação da FEUP como escola de engenharia de referência internacional.
Mais informações: emprego@fe.up.pt
Estudantes do MIEIC selecionados na 1ª edição do Programa de Bolsas Gulbenkian Novos Talentos em Inteligência Artificial
A 1ª edição do Programa de Bolsas Gulbenkian Novos Talentos em Inteligência Artificial, que tem como objetivo distinguir estudantes universitários que evidenciem um elevado mérito académico e incentivar o desenvolvimento da sua cultura e aptidões em inteligência artificial, atribuiu duas bolsas a André Cruz e Xavier Fontes, alunos do Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
Os dois estudantes, selecionados através de um concurso, vão receber uma bolsa de formação com a duração de dez meses e integrar um programa de formação e investigação avançada em Inteligência Artificial, apoiando o seu trabalho junto de reconhecidos investigadores na área. O primeiro workshop desta edição decorreu no dia 17 de novembro de 2017.
O projeto de André Cruz “consiste na aplicação de informação obtida por computational semantics (semântica computacional) a um modelo de Coreference Resolution, e procurar melhorar o estado da arte nesta área. Um objetivo, entre outros, é introduzir o modelo gerado numa framework de argumentation mining atualmente em desenvolvimento no LIACC (ArgMine), e avaliar os benefícios desta adição para a tarefa de argumentation mining.”. Já o projeto de Xavier Fontes foca-se “no desenvolvimento de um modelo de previsão híbrido, capaz de usar informação do domínio temporal e ao mesmo tempo estímulos esporádicos para prever uma dada variável. Esta escolha de um modelo híbrido vem da curiosidade em combinar duas abordagens diferentes de forma a obter resultados melhores que cada uma das partes individuais.”.
Sobre a importância da atribuição destas bolsas, Xavier refere que é uma excelente oportunidade para desenvolver competências num campo de estudos onde sempre quis trabalhar e espera que seja o início de um percurso com impacto positivo no ramo da Inteligência Artificial; André espera que este programa lhe permita focar-se mais nesta área, que tem imensas aplicações, e onde existe uma forte componente de investigação.
O Professor Eugénio Oliveira reforça a honra para a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto ter dois dos seus alunos nos eleitos, aos quais a Comissão Científica associou os respectivos tutores também da FEUP, e os alunos do MIEIC, Xavier Reis Fontes e André Cruz estão já a ser tutoriados nos seus trabalhos respectivamente pelos professores do DEI e membros do Laboratório de Inteligência Artificial (LIACC), Daniel Castro Silva e Henrique Lopes Cardoso. Além disso, o Programa repetir-se-á no próximo ano, e espera a continuação de uma boa participação dos estudantes da FEUP, motivados pela área científica da Inteligência Artificial.
Parabéns ao André e ao Xavier, e votos de um excelente trabalho ao longo deste programa.
João Monteiro, mestre MIEIC, ganha 2º lugar no Fraunhofer Portugal Challenge
A Fraunhofer Portugal Challenge é um concurso de ideias promovido pela Fraunhofer Portugal AICOS com o objetivo de motivar e recompensar pesquisas de utilidade prática, e promove novos conhecimentos científicos através da atribuição de prémios a estudantes e pesquisadores de universidades portuguesas que apresentam as melhores idéias, com base em tese concluída e avaliada no ano letivo atual ou anterior.
A edição de 2017, 8ª do concurso, contou com apresentações sobre diversos tópicos, desde a alfabetização em saúde até o uso de drones em sites de acidentes de carro, com inúmeras ideias inovadoras exibidas. No Evento de Encerramento foram apresentados os finalistas, seguido da avaliação do júri e anúncio dos vencedores.
Dos seis finalistas – 3 projetos de doutoramento e 3 projetos de mestrado – João Monteiro, Mestre em Engenharia Informático e Computação, foi premiado com o segundo lugar na categoria de mestrado pelo aplicação HealthTalks, que funciona como um sistema de gerenciamento de informações médicas pessoais e visa melhorar a comunicação entre o médico e o paciente, fornecendo informações sobre termos médicos.
O concurso congratula-se com idéias nascidas de mestrado ou doutoramento, nas áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação, Multimédia e outras ciências relacionadas, tendo recebido 44 candidaturas nesta última edição, de 21 instituições de ensino superior, tanto do continente como das ilhas. As ideias apresentadas foram avaliadas de acordo com critérios como inovação e originalidade, viabilidade técnica, aplicabilidade prática e potencial de mercado, por um jurado composto por membros da Fraunhofer Portugal AICOS, nomeadamente Liliana Ferreira (Diretora), Pedro Almeida (Membro do Conselho Executivo) e Filipe Soares (Presidente interino do Conselho Científico), bem como um painel de convidados Especialistas que incluíram João José Pinto Ferreira (Diretor de Curso de Mestrado em Inovação Tecnológica e Empreendedorismo da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto), Clara Gonçalves (Gerente Executiva da UPTEC – Parque de Ciências e Tecnologia da Universidade do Porto), Pedro Aguiar (CEO da Ah Business) e Nuno Carvalho (CEO da Healthcare City).
Workshop DEI em Tondela
O Departamento de Engenharia Informática viajou até Tondela durante dois dias, no início do mês de fevereiro, para realizar um workshop de análise e definição de estratégia do departamento nos próximos anos, e envolver-se ativamente com o município, oferecendo medidas e ações de prevenção de incêndios.
O primeiro dia começou com a discussão sobre o Plano Estratégico do DEI para 2018-2021, discutido em 3 grandes vertentes: Educação, Investigação e Extensão. O Professor João Paiva Cardoso apresentou as várias atividades em curso do DEI, seguido de uma dinâmica de grupo, organizada pelo professor Ademar Aguiar. Foram identificados problemas e sugeridas estratégias de resolução em 7 objetivos estratégicos – aumentar nos graduados do DEI a capacidade de transformar a Sociedade; otimizar a oferta de educação e formação; Reforçar, potencializar e capitalizar a Investigação e o Desenvolvimento; promover a cooperação externa; promover a transferência do conhecimento; otimizar a gestão de recursos humanos; Reforçar a Comunicação interna e externa – e dos 7 grupos de trabalho saíram muitas ideias e a certeza que as oportunidades para melhorar são também muitas. As apresentações seguintes estiveram a cargo do Professor Eugénio Oliveira, com “Progressão na carreira universitária: Reflexão”, pelo Prof. Eugénio Oliveira; do Professor Rosaldo Rossetti, que promoveu uma intervenção estratégica de cada professor em áreas interdisciplinares; e Raul Vidal, que falou sobre a relação do DEI com empresas, temática abordada na perspetiva dos estudantes Alumni. Para concluir a sessão a convidada Cristina Videira Lopes, professora na University of California, apresentou “A personal vision about Informatics Engineering: teaching, research and collaboration with industry”.
O dia foi concluído com um jantar no restaurante “Os 3 Pipos”, onde foram extremamente bem recebidos pelo proprietário Sr. João Cavaleiro, na companhia dos seus convidados, Prof. Cristina Videira Lopes, do Presidente da Junta de Freguesia de Tonda, Carlos Coimbra, da sua tesoureira, Sara Pereira e, do secretário, Ventura Sousa.
Sábado, segundo dia do workshop, foi dividido entre duas atividades. Um grupo de professores do departamento reuniu com representantes da Câmara Municipal de Tondela e Municípiosvizinhos, para uma conversa sobre o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação como forma de prevenção e resposta a calamidades naturais. O intuito dos representantes do DEI foi contribuir com soluções eficazes, dentro da Engenharia Informática, reforçando o envolvimento do departamento em questões sociais. A parceria iniciada em fevereiro começou já a dar frutos através de um projeto de LGP, e espera-se que seja apenas o início da execução de projetos TIC para prevenção e resposta a incêndios florestais.
O resto do grupo envolveu-se numa atividade de voluntariado organizada pela Montis – Associação de Conservação da Natureza – num dos terrenos ardidos nos incêndios de outubro, gerido pela associação, em Vermilhas, Vouzela. Orientados pelos guias Luís Lopes e Carolina Barbosa, o DEI teve a oportunidade de ajudar a plantar sobreiros e limpar o terreno ardido, abrindo caminhos pedestres para que seja mais fácil dar uma nova vida ao que se perdeu há quatros meses. A iniciativa, apesar de preenchida com boa disposição, permitiu uma reflexão próxima de tudo o que se perdeu e compreender melhor a dor de quem assiste impotente ao cerco pelo fogo.
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Projeto do Programa Doutoral em Media Digitais premiado no Astellas Oncology C3 Prize
O Astellas Oncology C3 Prize, que teve a sua segunda edição em 2017, é um desafio destinado a inspirar ideias inovadoras na melhoria no cuidado de pacientes oncológicos.
Receberam mais de 160 candidaturas a nível mundial, de onde selecionaram os cinco finalistas que apresentaram os seus projetos na Union for International Cancer Control World Cancer Leaders’ Summit na Cidade do México: Kevin Bambury, da ONCOassist; Howard Isenstein, da Care Progress; Cory Kidd, da Catalia Health; Charlotte Vander Stichele, da MindBytes; e Hernâni Oliveira, Universidade do Porto, com o projeto HOPE que viria a vencer o Grande Prémio. O vencedor recebeu uma bolsa de 50.000$ e os restantes finalistas 12.500$, e todos ganharam acesso à MATTER, uma comunidade de inovação de saúde que ajudará a implementar os projetos.
A aplicação HOPE, do estudante do Programa Doutoral em Media Digitais da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, nasceu em 2013, quando o investigador da UP estava a desenvolver a tese de mestrado em Oncologia no Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar (ICBAS) e no IPO. Tem como objetivo ajudar as crianças internadas na ala pediátrica de oncologia e dar informação sobre o processo do tratamento da doença e procura colmatar duas principais dificuldades das crianças internadas: a ansiedade e o sedentarismo. Atualmente, é uma aplicação também pensada para os pais, ajudando-os na procura de fontes de informação credíveis.
Jovens investigadores em engenharia informática reunidos na U.Porto
Nos dias 30 e 31 de janeiro decorreu o “DSIE’18 13th Doctoral Symposium In Informatics Engineering” na Faculdade de Engenharia da U.Porto (FEUP). O DSIE’18 fornece aos estudantes de doutoramento uma plataforma para apresentar seus trabalhos científicos, discutir as suas ideias, recolher feedback e obter opiniões de especialistas, colegas, docentes e investigadores experientes.
Em Portugal há falta de 5 000 engenheiros informáticos
Segundo António Cruz Serra, reitor da Universidade de Lisboa, a falta de engenheiros em Portugal e na Europa deve-se à carência de cursos de Engenharia Informática, que não é possível contornar devido às regras rígidas de contratação de professores e às restrições orçamentais.
Em entrevista ao Económico, António Cruz Serra, reitor da Universidade de Lisboa falou de alguns pontos essenciais do ensino superior em Portugal e dos desafios que a educação enfrenta, nomeadamente, na resposta às necessidades do mercado de trabalho.
Segundo explicou o reitor, o Director da Microsoft Portugal revelou algumas preocupações, nomeadamente, com a carência de de cerca de 5 000 engenheiros informáticos em Portugal, um número que em toda a Europa ascende aos de 500 mil.
Para contornar esta necessidade, a única solução passaria obviamente, pelo aumento da formação nesta área, contudo, as Universidades não têm capacidade para receber mais alunos, uma vez que existe uma enorme barreira que impede que se possam contratar mais professores: as restrições orçamentais e as própria regras de contratação demasiado rígidas.
Para montarmos um novo curso, em que recebamos 100 ou 200 alunos, temos ali um trabalho intensivo, porque não é o mesmo que dar aulas teóricas a 200 alunos. Temos de ter capacidade instalada. Precisamos de fazer contratações que violam as regras que impedem a própria contratação.
Ainda na mesma entrevista, António Cruz Serra, refere que deveriam ser encontradas formas de colocar mais gente a aprender nas universidades, mesmo que não seja em “cursos caros”, segundo ele, há “seguramente, capacidade para ter mais gente no superior e de modelar aquilo que é a oferta formativa do ponto de vista dos custos de formação”.
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Media Digitais: Estudante da FEUP premiado na Suécia
No âmbito do Music Tech Fest Encandinavia 2015, que decorreu nos dias 29 e 30 de maio, na Suécia.
Um projeto desenvolvido por Horácio Tomé Marques, estudante da Faculdade de Engenharia da Universidade Porto (FEUP), do Programa Doutoral em Media Digitais, UT Austin Portugal, foi um dos vencedores da edição deste ano dos MusicBricks Incubation Awards, entregues no passado mês de maio, na Suécia, durante o Music Tech Fest Encandinavia 2015.
O projeto FindingSomething SoundingBonding, criado e produzido por Horácio Tomé Marques, Francisco Marques Teixeira e Fanny Fazakas (Hungria) no Hackathon – uma das modalidade existentes no festival escandinavo – permitiu-lhes carimbar um Blue Vinyl Award, depois de terem criado e desenvolvido este projeto no espaço de 24 horas, respeitando uma série de parâmetros ligados à estrutura do MusicBricks.
O juri rendeu-se à peça performativa audiovisual para dois atores que expõem uma narrativa concetualmente ancorada num evento inter-relacional entre dois seres humanos (uma espécie de jogo baseado em provocação/perceção, tendo como ingredientes gestos, expressão corporal, receção/perceção/reação cerebral, iteração). Em termos de processos e tecnologias o projeto de Horácio Tomé Marques baseia-se em gestos/movimentos e potenciais elétricos do cérebro, onde um dos participantes usa vários sensores de gestos/movimentos R-IoT (IRCAM) e o outro usa um interface cérebro-computador (Emotiv).
Estes interfaces (BCI – Brain Computer Interface) são dispositivos que permitem captar os fenómenos elétricos do cérebro e, apoiados por software especializado, transcodificá-los em dados discretos (digitais). Estes podem, por sua vez, depois de tratamento – filtragem, estatística, etc. – ser usados para denotar (sistemas passivos) fenómenos como emoções, ou para controlar (sistemas ativos) eventos ou mecanismos. São, a exemplo, uma tecnologia emergente nos jogos, onde têm servido como atuadores (controlo do jogo). Ou seja permitem jogar com impulsos gerados no cérebro, em substituição (ou complemento), por exemplo, dos joysticks.
A investigação doutoral do Horácio Tomé Marques, Music, Reason and/or Emotion, substancia-se num projeto multidisciplinar que propõe representações – e.g., narrativas visuais, sonoras, multi-sensoriais – em tempo-real dos fenómenos elétricos do cérebro, através do uso de interfaces cérebro-computador (BCI). Implementa abordagens inovadoras de representação dos processos ação/percepção/reação, especialmente do rácio proporcional, entre razão e emoção no contexto das artes performativas, sobretudo da música. É um projeto-investigação artístico, mas fortemente fundamentado por quadros de referência teórica e experiências nas áreas das neurociências, neurotecnologia e ciências da computação.
O projeto do investigador portuense foi apresentado e premiado durante o Music Tech Fest Encandinavia 2015, que decorreu nos dias 29 e 30 de maio, na Suécia. Na sequência desta performance vencedora, o estudante de doutoramento da FEUP foi convidado a participar e apresentar, juntamente com os seus colegas, o desenvolvimento do projeto no próximo Music Tech Fest, que vai decorrer em setembro, na cidade de Liubliana, na Eslovénia.
Sobre os MusicBricks
Os prémios de incubação MusicBricks são incentivos à continuidade de investigação e desenvolvimento, configurados por bolsas de 3.000 euros que premeiam projectos inovadores, bem fundamentados, que denotem um histórico de investigação e que têm um claro potencial de evolução futura e venham a ter impacto efectivo nos campos das artes, ciência e tecnologia.
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